retesa a saliva
ajusta a corda contra a língua
abraça as veias
comprime o fluído quente do ventre
entrega a voz
sufoca o olho voraz
segrega a paixão
fende o molusco da carne
crava os dentes na respiração.
como quem sofresse
viperino contacto cálido
das correntes
apenas o que bebe da própria peste
sabe emanar sibilino o odor
suado de um não.
Sem comentários:
Enviar um comentário