o que eu quero é ser medo
de mim e ser canto
de distância.
também com isso o tempo do fim
cai lento e já nos envenenou a pele
queimou devagar os olhos
ao ritmo das fagulhas
e deu ao mundo o aspecto sagrado do tardio.
sempre os ponteiros batem prematuros
o remate de um poema.
Sem comentários:
Enviar um comentário