um limoeiro em prece.
de que nos vale esse sol entre
o véu dos aromas?
e as manhãs simétricas silenciosas
apenas novo eflúvio das nossas misérias.
bailam num compasso antigo
a cartilagem das folhas do meu credo
e só o vento mais sereno se contagia
da posse mercurial do verbo.
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