vou-te contar os sinais do rosto
um dois três
maravilhas idiotas
e depois
o veneno que te corre no pescoço
há-de abrir e dar prole
ébrio regato do desgosto.
e depois
o fruto desse olhar
decomposto
há-de abrir e dar mole
o que sem pele habita vazio
no redondo
escuro escondido
inflamado
de um teu engasgado
arterialmente engasgado
caroço.
Sem comentários:
Enviar um comentário